Agro

Produtores devem ficar atentos aos percevejos em lavouras de soja e milho

Empresa FMC faz alerta e afirma que clima e temperatura influenciam na pressão de pragas e doenças nas plantações

Jucielle Leal

Há 5 dias


Lavoura de soja (Foto: Reprodução/MST)
Lavoura de soja (Foto: Reprodução/MST)

Agronegócio - É época de safra e muitos produtores estão trabalhando dia e noite no cultivo da soja e do milho. No entanto, eles precisam ficar atentos aos percevejos que surgem nas lavouras para não sofrerem prejuízos. Nesse período de primavera, o clima e a temperatura influenciam na pressão de pragas e doenças nas plantações. Quem faz o alerta é a FMC, empresa de ciências para agricultura.

“O clima e a temperatura influenciam no aparecimento das pragas, ainda mais com essa sequência imediata das culturas soja/milho, que criam condições para proliferação de percevejos como o marrom e barriga-verde, principais preocupações do agricultor, juntos à  lagarta Spodoptera. Por isso, é importante redobrar os cuidados para não ter danos econômicos", afirmou Jedir Fiorelli, gerente de cultura soja e milho da FMC.

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O manejo destes percevejos, além de outros que ocorrem em menor frequência, deve ser iniciado na cultura da soja logo nas primeiras populações adultas. “E esta deve ser uma atividade frequente, para que com o monitoramento possa haver o controle sem impactos na produção. O final do ciclo da soja também requer muita atenção e intervenções para controlar os percevejos, especialmente o barriga-verde, evitando assim altas infestações nas culturas seguintes [milho]”, disse Jedir.

Ainda de acordo com o gerente, no milho de segunda safra, o controle deve acontecer logo na fase inicial de desenvolvimento da cultura, de forma que as primeiras aplicações de inseticidas ocorram ainda na fase conhecida como palito, ou seja, em torno de 1 a 2 dias após a emergência da cultura, mas também é orientado continuar com aplicações sequenciais.

Outras pragas além dos percevejos podem trazer dores de cabeça. Como lembrado por Jedir, na última safra, a presença da cigarrinha foi de grande intensidade e, com isso, a ocorrência de enfezamento no milho e de prejuízos expressivos. Para manejar as duas pragas no milho, o gerente orienta que o manejo do percevejo acontece ao mesmo tempo que a cigarrinha e, por isso, deve-se escolher um inseticida que tenha bom controle para as duas. Claro que em conjunto com outras práticas, evitando os severos danos da cigarrinha.

Os percevejos devem ser considerados como uma praga do sistema produtivo soja-milho e o controle na transição das culturas é tão importante quanto se a cultura estivesse em pleno desenvolvimento. Então, a principal orientação é iniciar o controle deles desde as menores populações, isto pode ser a solução para um retorno econômico interessante ao agricultor, além de ser a chave para o sucesso no manejo dessa praga”, disse Jedir.

Tecnologias

Para o controle de percevejos no sistema soja/milho, a FMC conta com Hero® e Talisman® como ferramentas de controle e manejo. E o manejo adequado se dará a cada momento do plantio. Com inseticidas para controlar os percevejos em cada fase, a FMC  tem Hero® se a população de percevejos adultos preocupa o agricultor. “Ele traz a melhor resposta ao agricultor, por meio do seu grande poder de eliminação das pragas com rapidez. E Talisman®, entrega eficiência para o agricultor que quer manter a população de percevejos baixa. Além disso, Talisman® também é uma ferramenta de controle das cigarrinhas, além dos pulgões no milho.”

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