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Covid-19

Estados receberão as vacinas em até quatro dias após aval da Anvisa, promete Pazuello

O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, informou que a imunização começará simultaneamente em todos os estados

Pâmela Lima

11/01/2021 17h20


O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, esteve em Manaus nesta segunda-feira (11) e informou que os estados deverão receber as primeiras doses das vacinas contra a Covid-19 em até quatro dias após a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizar o uso emergencial. Na sexta-feira (8), ele destacou que todos os estados terão acesso aos imunizantes de forma simultânea.

A vacina vai começar no Dia D, na Hora H no Brasil. No primeiro dia que chegar a vacina, ou que a autorização for feita [pela Anvisa], a partir do terceiro ou quarto dia já estará nos estados e municípios para começar a vacinação no Brasil. A prioridade está dada, é o Brasil todo. Vamos fazer como exemplo para o mundo”, afirmou.

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Uma das hipóteses em análise pelo governo é aplicar a primeira dose e garantir 71% de imunidade para uma ampla maioria em vez de usar duas doses em uma quantidade menor de pessoas. "Essas doses, que com duas doses você vai a 90 e tantos por cento [de imunização], com uma dose vai a 71%. Com 71% talvez a gente entre para imunização em massa, é uma estratégia que a Secretaria de Vigilância em Saúde vai fazer para reduzir a pandemia. Talvez o foco seja não na imunidade completa, mas sim a redução da contaminação e aí a pandemia diminui muito. Podendo aplicar a segunda dose na sequência, chegando a 90%", afirmou.

Atualmente, a agência analisa a documentação da Coronavac, vacina chinesa produzida pelo Instituto Butantan, e da vacina desenvolvida pela AstraZeneca em parceria com a Universidade de Oxford. Pazuello disse que tanto o Instituto Butantan, que está produzindo a vacina chinesa, quanto a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), responsável pela fabricação do imunizante britânico, são capazes de fornecer a quantidade necessária de vacinas para atender a necessidade do país.

Até o momento, o Ministério da Saúde assegurou 8 milhões de doses (6 milhões do Butantan e 2 milhões da Fiocruz) para iniciar a campanha de vacinação no dia 20 de janeiro. O ministro revelou que os laboratórios internacionais ofereceram quantidades “pífias” de unidades das vacinas e fizeram muitas exigências. “Ou nós fabricamos no Brasil, ou vamos ter muita dificuldade de vacinar em massa o povo”, defendeu Pazuello.

Com informações do UOL

Foto: Divulgação/G1

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