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Com covid-19, Genival Lacerda morre aos 89 anos em Recife

O músico estava internado desde o dia 30 de dezembro no Hospital Unimed I

Pâmela Lima

07/01/2021 08h00


Faleceu nesta quinta-feira (7) um dos maiores ícones do forró no país: o cantor e compositor Genival Lacerda. Ele tinha 89 anos e deu entrada no Hospital Unimed I, em Recife (PE), no dia 30 de dezembro com quadro grave de Covid-19. Ele ficou internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

“Aos 89 anos de idade e 68 anos de carreira, Genival, que era paraibano e cidadão recifense, seguiu lutando até o último minuto”, informou a assessoria do músico para a "Quem".

No dia 4 de janeiro, a família do músico contou que o estado dele tinha piorado e começou uma campanha dois dias depois para encontrar doadores de sangue para Genival. Em maio do ano passado, o cantor sofreu um Acidente Vascular Cerebral Isquêmico (AVC) e precisou ser hospitalizado durante três dias.

O músico

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Carismático, irreverente e popular. Assim era conhecido o cantor e compositor Genival Lacerda no país. Com 68 anos de carreira, o músico se tornou ídolo popular e autor de canções que se tornaram símbolos da cultura nordestina, como “Severina Xique Xique”, “De quem é esse jegue” e “Radinho de Pilha”.

Nascido em Campina Grande, no interior da Paraíba, no dia 5 de abril de 1931, ele começou a trabalhar como radialista. Em 1953, decidiu morar em Recife, onde iniciou a carreira como cantor. Genival gravou o primeiro disco em 1956 ao mesmo tempo em que atuava nas rádios da capital pernambucana. Em 1964, deixou o Nordeste com destino ao Rio de Janeiro. Onze anos depois, tornou-se conhecido em todo o país ao lançar “Severina Xique Xique”.

Genival chegou a cantar ao lado de outros representantes ilustres do forró, como Dominguinhos, Luiz Gonzaga e Jackson do Pandeiro. Nos anos 90, regressou para Recife e continuou fazendo apresentações na região. Em 2017, recebeu do então presidente Michel Temer a medalha da Ordem do Mérito Cultural (OMC).

Com informações do G1

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