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Americana de 100 anos bate recorde mundial de levantamento de pesos

A vitória histórica de Edith Murway-Traina será apresentada na edição do Guinness World Records 2022

Jucielle Leal

Há 6 dias


Edith com a amiga na academia (Foto: Reprodução/Guinness Book)
Edith com a amiga na academia (Foto: Reprodução/Guinness Book)

Esportista centenária - Edith Murway-Traina, uma trisavó americana de 100 anos, entrou para o Guinness World Record como a levantadora competitiva mais velha. Ela, que já tinha um recorde aos 98 anos, agora conseguiu levantar 70 quilos.

A vitória histórica de Edith será apresentada na edição do Guinness World Records 2022. A centenária revela que o segredo está na saúde e bom humor que, por si só, já é uma grande conquista.

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Ex-professora e dançarina, Edith sempre teve um estilo de vida saudável. Ela nasceu no Bronx, na Flórida, EUA, mas começou a praticar levantamento de peso há 9 anos, ou seja, quando tinha 91 anos.

Murway-Traina iniciou essa trajetória vitoriosa graças a uma amiga, Carme Gutworth, que a convenceu de acompanhá-la até a academia para experimentar novos exercícios.

Eu vi outras senhoras levantando peso, e parecia interessante. Peguei alguns pesos e tive que provar a mim mesma que poderia fazer isso”.

Depois que ela começou, Traina acabou revevelando um talento natural. Em pouco tempo, estava na equipe competindo em eventos seniores e trazendo elogios e prêmios para casa.

Quando você puxa uma barra e a levanta, há um certo poder que você experimenta que é apenas seu. Pertence a você”, disse Edith.

Incentivo

Traina explicou que toda a sua motivação vem do incentivo de outras pessoas. Ela diz que toda vez que compete e recebe aplausos fica ainda mais feliz.

Mesmo a pandemia não a impediu de voltar à academia. Agora, ela está treinando novamente com o técnico Bill Beekley, para recuperar o tempo perdido. A centenária se prepara para um novo evento em novembro onde espera trazer pra casa mais uma taça para a coleção.

Acho que na casa dos noventa me tornei mais consciente da necessidade das pessoas serem reconhecidas por quem são, o que são, ou como são e isso é a coisa mais linda do mundo. Eu acho que sobrevivi sendo assim, principalmente, eu mesma”, concluiu.

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